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Jornal do Comércio | Affonso Ritter | Online | 23/01/2018

 

 

Uso ilícito de informações de 50 milhões de usuários teve origem em um 'quiz' divertido sobre hábitos da vida digital

O escândalo envolvendo o uso ilícito de dados de 50 milhões de pessoas, que colocou a reputação do Facebook em risco nesta semana, começou com um dos jogos de perguntas e respostas que inundam os feeds dos perfis da rede social todos os dias – foi a partir das 300 mil respostas obtidas em um quiz que as informações desses usuários e de seus amigos foram captadas. Isso evidencia que responder perguntas sobre seu signo ou saber com qual estrela de cinema você se parece pode esconder uma perigosa armadilha.

O primeiro capítulo da falha de segurança agora revelada ocorreu em 2014. Na época, Aleksandr Kogan, pesquisador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, colocou no ar um quiz chamado “Esta é a sua vida digital”. Para “jogar”, o teste pedia que o interessado se conectasse ao perfil do Facebook – exatamente como ocorre em muitos outros games divertidos. Kogan ainda ofereceu recompensa de US$ 5 – incentivo para que o internauta compartilhasse, sem saber, seus dados e os de sua rede de amigos.

No total, 300 mil pessoas participaram e, por meio delas, Kogan conseguiu lograr uma invasão de privacidade em massa. Mas a situação foi além: mal sabiam os usuários que as informações seriam vendidas por Kogan para outra empresa, a Cambridge Analytica.

“Essa foi uma brecha de confiança entre Kogan, Cambridge Analytica e Facebook”, afirmou o presidente executivo da rede social, Mark Zuckerberg, ao se pronunciar sobre o caso na última quarta-feira. “Mas também foi uma brecha de confiança entre o Facebook e as pessoas que compartilham seus dados conosco”, admitiu.

A explicação do executivo não convenceu. A demora do Facebook em dar uma resposta adequada ao problema acarretaram perdas à companhia, que viu seu valor de mercado encolher em US$ 76 bilhões na semana passada. Além disso, a rede usada por 2,13 bilhões de pessoas também enfrenta o risco de ver seu número de usuários cair pelo medo de invasão de privacidade. 

“A preocupação com a coleta massiva de dados deixou de ser abstrata e individual e passou a ser coletiva”, diz Bruno Bioni, pesquisador da Rede Latino-americana de Estudos em Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits).

O caso inflamou usuários, investidores e anunciantes contra a rede social. “Foi azar e falta de cuidado do Facebook, que já tinha má reputação em relação à privacidade”, diz Pedro Domingues, professor da Universidade de Washington. “Mas ele não é o único responsável: são também as próprias pessoas que colocam seus dados pessoais na plataforma.”

Como funciona. O quiz de Kogan é apenas um entre tantos outros por aí que exigem o compartilhamento de dados. Basta olhar os termos de uso desses serviços e as explicações genéricas sobre como essas informações poderão ser visualizadas por terceiros. Sem se dar conta, o usuário poderá revelar a terceiros fotos de família e locais que costuma frequentar.

“Esses testes são muito populares porque as pessoas querem conhecer mais sobre si mesmas” diz Fábio Malini, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). “O problema é poucas pessoas se preocupam com o que vai se fazer com esses dados.”

Os serviços se conectam ao Facebook por meio de uma API (interface de programação de aplicativos, em inglês). O mecanismo não é exclusivo do Facebook: Google, Twitter e LinkedIn também usam o método para trocar dados com outros aplicativos.

Na maior parte do tempo, as APIs facilitam a vida: elas evitam que as pessoas tenham de se cadastrar em cada site que acessam e promovem comodidades, como adicionar ao calendário o aniversário dos seus amigos na rede social. 

 

Como funciona a integração do Facebook com outros aplicativos

 

Mas, como toda a tecnologia, ela pode ser usada para o mal. “É como uma faca. Ela é usada para cortar o pão, mas também pode matar uma pessoa”, diz Avelino Zorzo, membro da comissão especial em segurança da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). 

Vaivém. A frequência com que os aplicativos trocam dados com as APIs varia. Em muitos deles, os dados são coletados a cada acesso. O problema, dizem especialistas ouvidos pelo Estado, é o que acontece depois: o Facebook não tem mais controle sobre como as informações serão usadas. Embora estabeleça em sua política que o desenvolvedor não pode vender os dados, é difícil fiscalizar o que se passa na prática.

“A chance de o Facebook auditar o uso desses dados é zero”, explica Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), considerado “pai” da internet brasileira. “O mais importante a fazer é prevenir o acesso a dados sensíveis via API.”

Monitoramento. Em um futuro próximo, quando a “internet das coisas” ganhar força, controlar o fluxo dos dados será ainda mais complicado. “Os assistentes de voz funcionam sempre com os microfones ligados, enviando dados o tempo todo”, explica Fabrício Benevenuto, professor de Ciências da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Talvez o lado positivo do escândalo do Facebook seja levar a uma reflexão sobre a necessidade de um esforço individual para proteger dados pessoais. Assim como no caso das vacinas, a proteção só vai funcionar se o método for adotado de forma coletiva. Para Zorzo, da SBC, isso deveria virar disciplina escolar. “É preciso preparar as crianças para esse mundo ou teremos mais adultos alienados no futuro.”

 

Estadão | Notícias | Online | 25/03/2018

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O #inovareaprender  é  um  programa  de  inovação  pedagógica,  que  tem  como missão  formar  autores  de  novas  tecnologias. A  iniciativa  visa  contemplar  alunos  da  educação  básica  (ensino  fundamental  e médio),  universitários  (extensão/monitoria)  e  docentes  da educação básica  e  graduação. O programa #inovareaprender tem como base a metodologia do "Aprender Fazendo", na qual todos aprendem juntos, construindo e analisando resultados, de maneira não-hierárquica, estimulando cada vez mais os envolvidos no processo de aprendizagem, tornando-o significativo além de inovador. Seu principal objetivo é  despertar  o  interesse  do  educando  pela  computação, engenharias e áreas tecnológicas, desenvolvendo o pensamento computacional, alinhando a robótica  e  automação, e conduzindo-o  a  solucionar  problemas  de  um  jeito inovador  e  lúdico. Por meio das propostas e desafios, educadores e estudantes criam protótipos autônomos ou remotos; desenvolvem aplicativos (apps), animações e games; e programam utilizando diferentes linguagens. Todas essas atividades enriquecem a formação para ação em equipe, desde o processo inicial de pesquisa até a mostra e execução da solução. 
 
Atualmente são contempladas escolas públicas, denominadas estações, que recebem alunos da própria escola e do entorno, juntamente à ação direta do monitor orientador universitário. Os monitores orientadores universitários também realizam etapas regionais de torneios e competições como voluntários, a fim de promover o intercâmbio de ideias, e possibilitar aos estudantes de diferentes culturas o compartilhamento de suas inovações.  Tais atividades são importantes para a disseminação da Ciência e Tecnologia em toda a rede educacional devido à necessidade de profissionais para atuar nas áreas correlatas vem  crescendo nos últimos anos ao redor do  mundo. Em especial, o Brasil conta com um déficit de mão-de-obra especializada e capacitada, o que tem gerado uma maior  oferta de cursos da área tecnológica, porém ainda com grande evasão e retenção.
 
Coordenadoras: Luemy Avila e Flavia Bernardini
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Tel: (22) 99965-3996 e (21) 99471-0835

Constata-se que no âmbito das altas habilidades/superdotação o ensino tradicional, na maioria das vezes, falha e se torna desinteressante, uma vez que tende a ignorar o papel ativo do aluno no processo de aprendizagem, homogeneizando interesses e percursos, estabelecendo a validade de determinados conteúdos e ignorando outros, cerceando a criatividade e as rotas alternativas de construção de conhecimento. Com isso, o Brasil termina por desperdiçar o seus talentos, sem que haja programas específicos que promovam o desenvolvimento das potencialidades destes jovens, traduzindo-as em ações de pesquisa e inovação que garantam ao país o avanço nesta seara exigido pela contemporaneidade. Defende-se aqui que a tecnologia pode promover o desenvolvimento de potencialidades, na medida em que estimula a flexibilidade cognitiva, além de possibilitar o empoderamento pelo sujeito, de seu processo de aprendizado. Ao serem integradas tecnologias no curriculum de aprendizes com Altas Habilidades, estes tornam-se capazes de desenvolver maior autonomia em seu processo de aprendizagem, trabalhar a partir de seu próprio ritmo e nível de habilidade, criar produtos inovadores e originais, se empoderar de novos papéis de liderança, pesquisar independentemente, explorar tópicos com maior profundidade e amplitude, bem como pensar criticamente em situações do dia a dia. Sendo assim, o Instituto Metrópole Digital da UFRN inova ao propor o Programa Talento Metrópole. O Programa possui uma estrutura básica composta por dois semestres. Porém, ao término desta fase inicial, o aluno pode optar por permanecer no Programa, apresentando semestralmente Plano Individual de Atividades. Este deve refletir os interesses e motivações do aluno, tendo sido aprovado pelo tutor e pela coordenação do programa. O objetivo é acompanhar sistematicamente o aluno durante a sua formação nos diferentes níveis: técnico, graduação e pós-graduação. Vale ressaltar que o Programa Talento Metrópole prevê a possibilidade de quebra da hierarquia na formação dos alunos, substituindo a formação progressiva pela formação transversal, uma vez que é preciso considerar que jovens altas habilidades/superdotação podem desenvolver suas habilidades em nível superior, mobilizando formas de pensamento mais complexas (incluindo o pensamento crítico e criativo) que são extensões do currículo regular.

No primeiro semestre o aluno desenvolverá em parceria com o tutor um Plano Individual de Atividades. Neste deve conter as disciplinas vinculadas ao Programa que ele irá cursar. Estas deverão abarcar temáticas inerentes ao domínio da tecnologia da informação, o desenvolvimento do pensamento científico, a inovação e o empreendedorismo, bem como línguas estrangeiras. Ao final do semestre, o aluno deverá apresentar um projeto de pesquisa, inovação ou extensão vinculado a um dos núcleos temáticos nos quais ele realizou as oficinas. No segundo semestre, um novo Plano Individual deve ser apresentado pelo aluno e seu tutor. Este deverá resgatar e ampliar, de forma detalhada, a proposta de pesquisa, inovação ou extensão, apresentada ao final do primeiro semestre. Adicionalmente, os alunos participam de diferentes atividades tais como, Cine Talento Metrópole, Cursos de Curta Duração, preparação para Olimpíadas e Desafios na área de TI, além de eventos científicos.

 

Coordenadores: Izabel Hazin, Alyson de Souza e Juliana Reis
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 
Tel: (84) 3342.2216 - ramal 156
Site: https://www.imd.ufrn.br/portal/talento-metropole

 

A SBC, por meio das Comissões Especiais (CEs) e das Secretárias Regionais (SR), realiza e apóia diversos eventos anuais. A SBC realiza anualmente mais de 40 eventos, estão divididos em Congresso, Simpósios, Workshops e Escolas Regionais. Os eventos são fóruns para apresentação e discussão de trabalhos e projetos em desenvolvimento nas universidades e centros de pesquisa. Também são a oportunidade para verificação de resultados e perspectivas de aplicação.

 

Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC)

O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado desde 1980 anualmente pela SBC e tem como finalidade a integração da comunidade de Computação do Brasil, promove e incentiva a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área da Computação, nacional e internacional. Desde a sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos base e satélites, tem se mostrado um importante local para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, tanto de cunho puramente acadêmico e científico, quanto social.

 

Simpósios e Workshops

A SBC, por meio das Comissões Especiais (CEs) realiza inúmeros Simpósios e Workshops em todo o Brasil e no exterior. Estes eventos são os mais importantes de cada área no Brasil,  trazem os mais importantes palestrantes nacionais e internacionais de cada área. Os eventos são itinerantes, a cada ano acontece em uma cidade do Brasil, para dessa forma atingir todas as regiões e possibilitar a participação. O principal objetivo é apresentar os principais desenvolvimentos, aplicações e tendências nas áreas de Computação.

 

Escolas Regionais

A SBC por meio das Comissões Especiais (CEs) e das Secretárias Regionais (SR) realiza diversas escolas regionais em todo o Brasil. O objetivo das escolas regionais é  se aproximar e facilitar a presença dos estudantes em eventos da área de computação.  Normalmente acontecem nas próprias Instituições de ensino e possuem valores mais acessíveis para os alunos que ainda estão se iniciando na carreira. Temos Escolas Regionais temáticas que pertencem as Comissões Especiais, nesse caso tratam de áreas específicas e temos também as Escolas Regionais de Informática, que tratam de uma variedade maior de temas.

Clique aqui para conhecer as diversas Escolas Regionais