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O #inovareaprender  é  um  programa  de  inovação  pedagógica,  que  tem  como missão  formar  autores  de  novas  tecnologias. A  iniciativa  visa  contemplar  alunos  da  educação  básica  (ensino  fundamental  e médio),  universitários  (extensão/monitoria)  e  docentes  da educação básica  e  graduação. O programa #inovareaprender tem como base a metodologia do "Aprender Fazendo", na qual todos aprendem juntos, construindo e analisando resultados, de maneira não-hierárquica, estimulando cada vez mais os envolvidos no processo de aprendizagem, tornando-o significativo além de inovador. Seu principal objetivo é  despertar  o  interesse  do  educando  pela  computação, engenharias e áreas tecnológicas, desenvolvendo o pensamento computacional, alinhando a robótica  e  automação, e conduzindo-o  a  solucionar  problemas  de  um  jeito inovador  e  lúdico. Por meio das propostas e desafios, educadores e estudantes criam protótipos autônomos ou remotos; desenvolvem aplicativos (apps), animações e games; e programam utilizando diferentes linguagens. Todas essas atividades enriquecem a formação para ação em equipe, desde o processo inicial de pesquisa até a mostra e execução da solução. 
 
Atualmente são contempladas escolas públicas, denominadas estações, que recebem alunos da própria escola e do entorno, juntamente à ação direta do monitor orientador universitário. Os monitores orientadores universitários também realizam etapas regionais de torneios e competições como voluntários, a fim de promover o intercâmbio de ideias, e possibilitar aos estudantes de diferentes culturas o compartilhamento de suas inovações.  Tais atividades são importantes para a disseminação da Ciência e Tecnologia em toda a rede educacional devido à necessidade de profissionais para atuar nas áreas correlatas vem  crescendo nos últimos anos ao redor do  mundo. Em especial, o Brasil conta com um déficit de mão-de-obra especializada e capacitada, o que tem gerado uma maior  oferta de cursos da área tecnológica, porém ainda com grande evasão e retenção.
 
Coordenadoras: Luemy Avila e Flavia Bernardini
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Tel: (22) 99965-3996 e (21) 99471-0835

A SBC, por meio das Comissões Especiais (CEs) e das Secretárias Regionais (SR), realiza e apóia diversos eventos anuais. A SBC realiza anualmente mais de 40 eventos, estão divididos em Congresso, Simpósios, Workshops e Escolas Regionais. Os eventos são fóruns para apresentação e discussão de trabalhos e projetos em desenvolvimento nas universidades e centros de pesquisa. Também são a oportunidade para verificação de resultados e perspectivas de aplicação.

 

Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC)

O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado desde 1980 anualmente pela SBC e tem como finalidade a integração da comunidade de Computação do Brasil, promove e incentiva a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área da Computação, nacional e internacional. Desde a sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos base e satélites, tem se mostrado um importante local para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, tanto de cunho puramente acadêmico e científico, quanto social.

 

Simpósios e Workshops

A SBC, por meio das Comissões Especiais (CEs) realiza inúmeros Simpósios e Workshops em todo o Brasil e no exterior. Estes eventos são os mais importantes de cada área no Brasil,  trazem os mais importantes palestrantes nacionais e internacionais de cada área. Os eventos são itinerantes, a cada ano acontece em uma cidade do Brasil, para dessa forma atingir todas as regiões e possibilitar a participação. O principal objetivo é apresentar os principais desenvolvimentos, aplicações e tendências nas áreas de Computação.

 

Escolas Regionais

A SBC por meio das Comissões Especiais (CEs) e das Secretárias Regionais (SR) realiza diversas escolas regionais em todo o Brasil. O objetivo das escolas regionais é  se aproximar e facilitar a presença dos estudantes em eventos da área de computação.  Normalmente acontecem nas próprias Instituições de ensino e possuem valores mais acessíveis para os alunos que ainda estão se iniciando na carreira. Temos Escolas Regionais temáticas que pertencem as Comissões Especiais, nesse caso tratam de áreas específicas e temos também as Escolas Regionais de Informática, que tratam de uma variedade maior de temas.

Clique aqui para conhecer as diversas Escolas Regionais

Trata-se de uma colaboração entre a Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE) e o Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), com parcerias do C.E.S.A.R. (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco e Softex. O objetivo principal é, através de clubes de programação, incorporar conteúdo de programação na educação dos estudantes da rede estadual a fim de: (i) despertar o interesse dos alunos para a área; (ii) melhor qualificar os jovens em matérias diretamente relacionadas à programação como matemática e lógica; (iii) incrementar o desempenho dos alunos em outras disciplinas; (iv) aumentar a adesão aos cursos universitários de programação e (v) aumentar o número de mulheres interessadas e atuantes na área.

O projeto iniciado em agosto de 2016 tem duração de 24 meses e contempla 9 escolas da Região Metropolitana do Recife (RMR), com  a possibilidade de ter, cada uma, duas turmas por semestre, sendo cada turma com capacidade para 25 a 30 alunos. Para isso, 18 monitores, que estudantes dos cursos de computação da UFRPE, serão necessários para facilitar as atividades, sendo dois monitores por turma. 

Ao final do projeto, uma estratégia autossustentável, incremental e escalável deverá ser proposta objetivando possibilitar que a SEE absorva o projeto e incorpore as atividades necessárias à execução do mesmo, fazendo com que o programa possa ser conduzido em definitivo por tal secretaria após o encerramento do projeto e que esta possa expandi-lo para as demais escolas da rede.

 

Coordenadora:
Polyana Targino
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Tel: (81) 3419-8015 ou (81) 99112-6389

Constata-se que no âmbito das altas habilidades/superdotação o ensino tradicional, na maioria das vezes, falha e se torna desinteressante, uma vez que tende a ignorar o papel ativo do aluno no processo de aprendizagem, homogeneizando interesses e percursos, estabelecendo a validade de determinados conteúdos e ignorando outros, cerceando a criatividade e as rotas alternativas de construção de conhecimento. Com isso, o Brasil termina por desperdiçar o seus talentos, sem que haja programas específicos que promovam o desenvolvimento das potencialidades destes jovens, traduzindo-as em ações de pesquisa e inovação que garantam ao país o avanço nesta seara exigido pela contemporaneidade. Defende-se aqui que a tecnologia pode promover o desenvolvimento de potencialidades, na medida em que estimula a flexibilidade cognitiva, além de possibilitar o empoderamento pelo sujeito, de seu processo de aprendizado.

Ao serem integradas tecnologias no curriculum de aprendizes com Altas Habilidades, estes tornam-se capazes de desenvolver maior autonomia em seu processo de aprendizagem, trabalhar a partir de seu próprio ritmo e nível de habilidade, criar produtos inovadores e originais, se empoderar de novos papéis de liderança, pesquisar independentemente, explorar tópicos com maior profundidade e amplitude, bem como pensar criticamente em situações do dia a dia. Sendo assim, o Instituto Metrópole Digital da UFRN inova ao propor o Programa Talento Metrópole. O Programa possui uma estrutura básica composta por dois semestres. Porém, ao término desta fase inicial, o aluno pode optar por permanecer no Programa, apresentando semestralmente Plano Individual de Atividades. Este deve refletir os interesses e motivações do aluno, tendo sido aprovado pelo tutor e pela coordenação do programa. O objetivo é acompanhar sistematicamente o aluno durante a sua formação nos diferentes níveis: técnico, graduação e pós-graduação. Vale ressaltar que o Programa Talento Metrópole prevê a possibilidade de quebra da hierarquia na formação dos alunos, substituindo a formação progressiva pela formação transversal, uma vez que é preciso considerar que jovens altas habilidades/superdotação podem desenvolver suas habilidades em nível superior, mobilizando formas de pensamento mais complexas (incluindo o pensamento crítico e criativo) que são extensões do currículo regular.

No primeiro semestre o aluno desenvolverá em parceria com o tutor um Plano Individual de Atividades. Neste deve conter as disciplinas vinculadas ao Programa que ele irá cursar. Estas deverão abarcar temáticas inerentes ao domínio da tecnologia da informação, o desenvolvimento do pensamento científico, a inovação e o empreendedorismo, bem como línguas estrangeiras. Ao final do semestre, o aluno deverá apresentar um projeto de pesquisa, inovação ou extensão vinculado a um dos núcleos temáticos nos quais ele realizou as oficinas. No segundo semestre, um novo Plano Individual deve ser apresentado pelo aluno e seu tutor. Este deverá resgatar e ampliar, de forma detalhada, a proposta de pesquisa, inovação ou extensão, apresentada ao final do primeiro semestre. Adicionalmente, os alunos participam de diferentes atividades tais como, Cine Talento Metrópole, Cursos de Curta Duração, preparação para Olimpíadas e Desafios na área de TI, além de eventos científicos.

 

Coordenadores:
Izabel Hazin, Alyson de Souza e Juliana Reis
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Tel: (84)  3342.2216 ramal 156
Site: https://www.imd.ufrn.br/portal/talento-metropole

A crescente demanda por verdades baseadas na transparência tem aumentado no contexto das transformações globais. A importância da abertura do fluxo de informações está criando uma sociedade aberta na qual o objetivo é o estabelecimento de uma sociedade democrática com cidadãos engajados com capacidade de entender e acessar esta informação disponível. Por esta razão, a transparência, ou a falta dela, tem estado no topo das agendas públicas em diversos aspectos e sua importância tem sido realçada através da crescente demanda pelo provimento de serviços de governo através de software. Este é, inclusive, um dos objetivos da Estratégia de Governança Digital Brasileira (EGD)[1]. Neste sentido, a aplicação de transparência em sistemas de informação (SI) é uma nova e importante preocupação ao projetar um software que automatiza a prestação dos serviços, processa informações e interage com pessoas.

Esse movimento em torno deste tema leva a questionamentos sobre o que exatamente significa a ideia de transparência no contexto social das organizações públicas. O que, a princípio, parece ser uma ideia simples, no entanto, necessita, para sua prática, um aprofundamento de sua semântica. Portanto, aprofundar o conhecimento sobre transparência é uma necessidade, assim como é necessária a existência de métodos e tecnologias que possibilitem estabelecê-la nas organizações.

Este projeto tem como objetivo inserir a computação (transparente) na sociedade através do fomento da necessidade de transparência, da coprodução de serviços e da educação para transparência. A proposta é o estabelecimento de iniciativas que possam divulgar como a computação transparente pode mudar a forma como a sociedade interage e também mostrar como esta mesma sociedade pode contribuir na construção de serviços mais transparentes através da colaboração entre sociedade e governo.

 

Coordenadoras:
Claudia Cappelli (UNIRIO) e Vanessa Nunes (UnB)
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Tel: (21) 9886-0710 e (21) 99447-7448
http://uniriotec.br/transparencia/